Novo hospital da Madeira: Governo da República mantém os 50% de financiamento

2 min de leitura298 palavras1 visualização0 comentários

O ministro das Finanças garantiu que o Estado continua a pagar metade do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, apesar do aumento dos custos da obra.

O Governo da República vai continuar a financiar 50% do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, mesmo com a subida dos custos da obra. A garantia foi dada pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, na sexta-feira, 23 de outubro.

O que foi dito no Parlamento

O ministro respondeu ao deputado do JPP Filipe Sousa durante uma audição sobre o Orçamento do Estado para 2027, na Assembleia da República. O deputado tinha chamado a atenção para o facto de a proposta de orçamento não indicar uma percentagem ou um valor concreto para o investimento no hospital.

Segundo o ministro, será aprovada em breve uma nova resolução do Conselho de Ministros que acompanha o aumento dos custos, mantendo a repartição de 50%. O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, tinha também dito que a parte nacional será atualizada em função do custo final da última fase da construção.

Outras verbas para a Madeira em 2027

  • Cerca de 80 milhões de euros de compensação pelo Fundo de Coesão
  • 82 milhões de euros para reduzir a dívida comercial da Região
  • Comparticipação do Estado no hospital: 50% do custo

O que isto quer dizer

Em palavras simples: o Estado não vai reduzir a sua parte do hospital por a obra ter ficado mais cara. Ainda assim, o valor exato que cabe ao Estado em 2027 não aparece no documento do orçamento, e só será conhecido quando a nova resolução for aprovada. Para os utentes, o essencial é que o financiamento da obra se mantém, mas os prazos e o valor final continuam por confirmar.

Para saber mais sobre serviços e oportunidades na área da saúde, pode consultar também as ofertas de emprego divulgadas na comunidade.

Fontes: DNOTICIAS.PT, 23/10/2026 — República garante 50% do novo hospital da Madeira mesmo com aumento dos custos.

Artigos relacionados

Respostas

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *